Primeiramente, convém que se saiba que existem sete dimensões.
1ª dimensão = 1 ponto;
2ª dimensão = largura e comprimento (Ex.: uma pintura numa tela);
3ª dimensão = largura, comprimento e profundidade (Ex.: uma caixa qualquer ou
tudo à nossa volta incluindo a nós mesmos);
4ª dimensão = largura, comprimento, profundidade e tempo (espaço-tempo) (Ex.:
superficialmente, a mesma resposta anterior. Porém, na resposta anterior tudo
era estático, não havia movimento, a inserção do tempo nos deu a noção de sentir
as três dimensões anteriores);
.
ESPAÇO TEMPO:
Nós habitamos nessa quarta dimensão e a mesma é representada graficamente como
uma cama-elástica, que se denomina de plano quadridimensional. Isto nos daria a
total impressão de que existimos, pois o tempo nos permite movimento e assim
podemos tocar e sentir a largura, comprimento e profundidade de todos os
objetos, sem esse tempo, seríamos estáticos e assim, não conheceríamos os
objetos e nem à nós mesmos.
NESSE PONTO, A FÍSICA ATUAL ESTACIONOU e esta é a característica do UNIVERSO DOS
MORTOS “posteriormente entenderemos”.
O plano quadridimensional da Física Atual é uma superfície quase infinita, mas,
ao fundo sabemos que ela é como uma imensa bola e esta bola é o Universo “que
pensam ser o nosso universo”. Sobre a superfície desse universo composto de
espaço e tempo, trafegamos nele e assim presenciamos o universo tridimensional.
.
Todavia, disse outrora, que este é o universo dos mortos e não o nosso universo
de fato. Porquê?
.
O NOSSO UNIVERSO, E A QUINTA DIMENSÃO.
A Quarta Dimensão é o plano quadridimensional, onde os objetos se apoiam e o
deformam e a consequência desta deformação é a gravidade e etc.
Ainda estamos no mundo dos mortos. Cito agora o Universo dos Vivos, no qual
habitamos:
A quarta dimensão para o nosso universo, possui apenas o espaço, pois o tempo
está na quinta dimensão. Isto posto, o nosso universo é composto de uma
infinidade de planos quadridimensionais uns sobre os outros e cada uma desses
equivalem à um momento no tempo.
A quinta dimensão “o tempo” é perpendicular à quarta dimensão, sendo como tubos
que atravessam os planos quadridimensionais, no interior desses tubos fluem os
quantuns pentadimensionais ou bóson de higs. O contato desses quantuns na
superfície de cada plano quadridimensional é que dá a sensação de existência
“matéria”.
Simplificando:
A matéria que nos compõem resulta do toque de milhares de quantuns
pentadimensionais nos planos quadridimensionais, daí a matéria nada mais é que o
resultado de tal encontro entre a quarta e quinta dimensão.
Isto significa, que o plano quadridimensional de ontem com toda sua
característica material ainda existe assim como o plano quadridimensional de
amanhã. Pois os planos quadridimensionais são como um filme de cinema, onde cada
quadro equivale a um momento no tempo.
Como os quantuns fluem no
interior do vetor "tubos sensíveis", e esses atravessam vários planos
quadridimensionais, e o contato desses tubos com os planos quadridimensionais
nos dá a sensação de existência. E assim, o plano quadridimensional de
agora sente o quantum numa dada posição e o próximo plano quadridimensional
sentirá o quantum numa outra posição de acordo com o ângulo que vetor
pentadimensional "tubo pentadimensional" atravessa o plano quadridimensional.
Por esse motivo, é possível inventar a Máquina do
Tempo e ir ao passado, pois o passado ainda existe.
.
Obs.: toda matéria é morta, mas o que dá vida à matéria é um excesso de
movimento que alguns quantuns conseguiram e assim se criou a conexão entre um
plano quadridimensional e outro, esse excesso de movimento é o Espírito.
.
DESENHANDO A QUINTA DIMENSÃO:
Uma infinidade de bolas uma dentro da outra até o seu centro, “onde cada
equivale a um momento no tempo”, sendo atravessadas por tubos e no interior
desses tubos fluem os quantuns pentadimensionais, que fabricam ao tocar cada
plano quadridimensional a sensação de matéria.
ESTE É O UNIVERSO DOS VIVOS!
.
A SEXTA DIMENSÃO.
Teorizei a quase inifinidade de bolas, umas dentro das outras, mas a Bola do
centro é diferente e no interior desta bola se encontra a sexta dimensão, pois
todos os tubos pentadimensionais se encontraram e criaram uma bola diferente
onde o espaço e tempo se unificaram e assim criou-se um outro Universo, que
denomino de UNIVERSO DOS MORTOS ou Universo Paralelo,
e nesse Universo as Leis Físicas Atuais são plenamente aceitáveis, pois a quarta
dimensão aceita pela ciência atual se faz igual à superfície da sexta Dimensão.
Pois o espaço e o tempo são um só!
.
A SÉTIMA DIMENSÃO:
Ora, a sexta dimensão está dentro da Quinta Dimensão. Então onde está a Quinta
Dimensão?
A Quinta Dimensão está dentro da Sétima Dimensão!
A Sétima Dimensão é um tipo de Universo, como se fosse o Universo onde o GRANDE
DEUS habita, e lá existe uma Bola e dentro dessa bola várias outras, uma dentro
da outra, e este conjunto de bolas está as outras 6 dimensões.
Enfim, o nosso tudo, pode ser apenas uma pequenina bola
existente na Sétima Dimensão.
Entendo o universo
como uma sequência de planos quadridimensionais uns sobre os outros, separados
entre si na distância equivalente a um quantum pentadimensional, que por sua
vez, estando em repouso apresenta-se sob a forma cúbica, porém esta
representação é simbólica, uma vez que o quantum pentadimensional como
matéria não existe de fato, mas pode ser representado graficamente desta forma.
Este cubo uma vez em repouso, não provoca deformação no plano quadridimensional pelo simples fato de estar paralelo à ele numa distância
equivalente ao que denomino de PELÍCULA PENTADIMENSIONAL. Entretanto, quando este quantum pentadimensional gira ele
provoca a deformação no plano quadridimensional equivalente a distância entre
seus vértices. Porém se seu giro for apenas de forma paralela ao plano,
e estando entre um plano e
outro,
não
provocará tal deformação e sim um outro efeito que concluiremos posteriormente.
Enfim, cada direção de giro que o quantum pentadimensional faz, tem o seu
respectivo efeito em nossa visão tridimensional do universo e creio que
entenderemos muitas delas no decorrer deste trabalho. Esses movimentos podem ser
simultâneos e também interagem da direção e velocidade do quantum
pentadimensional.
O Quantum
Pentadimensional é o Bóson de Higs.
Nesses movimentos encontraremos: gravidade (massa), spin, velocidade, direção...
Pois o quantum pentadimensional é um energia que trafega no interior do vetor
pentadimensional, que atravessam os planos quadridimensionais, mostrando-se como
partícula quando toca o plano e mostrando-se como onda quando está entre dois
planos quadridimensionais.
Os planos quadridimensionais, onde cada um equivale a um momento no tempo, são
cortados como já disse, em diversos ângulos pelos VETORES PENTADIMENSIONAIS, que
são como tubulações, que em dados pontos possuem um diâmetro maior, no tamanho
equivalente a distância maior entre os dois vértices do quantum pentadimensional,
e em outro ponto possui a forma quadrada onde o cubo (quantum pentadimensional)
supostamente se encaixaria e em outros pontos possui caracteristicas espirais,
como se o suposto cubo (quantum pentadimensional) girasse em seu interior.
Dentro desses vetores pentadimensionais “tubos” corre o quantum pentadimensional,
que em sua essência é apenas energia.
Esses tubos quem conectam os planos quadridimensionais, que ao passar por eles
provocam as devidas deformações no espaço-tempo.
Enfim, a quinta dimensão seria perpendicular a quarta.
Os vetores pentadimensionais são estáticos embora haja o quantum
pentadimensional com velocidade em seu interior e sua extremidade varie conforme
já relatei.
Quando o vetor cruza os planos quadridimensionais com ângulo de 90º, será uma
partícula sem velocidade, pois o movimento perceptível no plano quadrimensional
é caracterizado pela inclinação que o vetor atravessa o plano e proporcional à
isso será o tipo de deformação que causará no plano...
A importância destes vetores é a consciência de que tudo que já foi e será,
ainda existe, pois toda existência material se encontra estática, pois estáticos
são esses vetores, logo o passado, futuro e presente existem na quinta dimensão
visto que o Todo Dimensional se encontra imóvel e este todo é a sétima dimensão
"que estaria no que denomino de Quartinho de Deus".
O quantum pentadimensional é a única coisa móvel que existe na quinta dimensão
(é como se fosse a energia que existe no Quartinho de Deus), e tudo que temos a
impressão de estar fazendo, na verdade resulta da posição que o vetor
pentadimensional se encontra naquele dado momento em relação ao respectivo plano
quadridimensional.
Esta visão que passo sobre a quinta dimensão é apenas para nos familiarizarmos
com a visão do plano quadridimensional que passarei a expor posteriomente, onde
o movimento da suposta partícula cúbica (quantum pentadimensional) pode se fazer
capaz de produzir os efeitos físicos que conhecemos.
O TODO, A SÉTIMA DIMENSÃO:
Estando nós no Quartinho de Deus
"sétima dimensão", teremos condições de visionar as outras seis dimensões, e
vê-la-emos como um globo composto de vários globos elásticos (uns sobre os
outros) em seu interior e esses globos são os “planos quadridimensionais”;
cruzando esses globos, estão os vetores pentadimensionais, que se dispõem como
um aglomerado de tubos nas mais variadas posições, cruzando os planos
quadridimensionais nos mais variados ângulos, onde esses ângulos equivalem a
direção e velocidade do corpo.
A junção entre os vetores pentadimensionais e os planos quadridimensionais,
fabrica o universo tridimensional, e dentro deste estão os bidimensionais e o
ponto unidimensional!
A Sexta Dimensão, estaria do lado interno do plano quadridimensional localizado
próximo ao raio do globo.
Como já citei anteriormente, a mesma possui um único plano quadridimensional
sendo resultado do encontro de todos os vetores pentadimensionais e assim, o
espaço e tempo se tornaram um só.
Creio que consegui descrever superficialmente a forma como enxergo o Todo.
O TEMPO: QUINTA DIMENSÃO
Fiz as explanações anteriores, pois já afirmei que a matéria não existe e para
justificar esta afirmação fora necessário mostrar a quinta dimensão, onde a
partícula nada mais seria que a passagem do quantum pentadimensional no vetor
pentadimensional pelo plano quadridimensional; feito essa observação
limitar-me-ei agora a descrever a partícula como se fosse material, ou seja, na
minha visão quadridimensional e de certa forma harmônica a visão que hoje se tem
sobre o plano quadridimensional, no qual o mesmo representa o tempo, porém em
dados momentos mencionarei os vetores pentadimensionais, visto que o plano
quadridimensional atualmente entendido é visto como sendo apenas um e eu não o
vejo desta forma, e sim um aglomerado deles, onde cada um representa um momento
no tempo e na visão atual, o que se foi já era, pois jamais poderíamos ir antes
daquilo que não existe mais, pois o plano quadridimensional seria apenas um,
portanto o que passou, não existe mais, pois o plano quadridimensional se
modificou. Poder-se-ia calcular uma velocidade de retorno maior que a da luz, e
não chegaríamos antes do fato, pois o fato seria material e assim, antes de
irmos antes dele, colidiríamos com ele. Mas, no interior de qualquer raciocínio,
percebemos que cada plano quadridimensional é um momento no tempo, e não o tempo
propriamente dito, pois o tempo não pode ser simplesmente entendido como sendo
uma consequência “efeito” da deformação do plano quadridimensional e sim a
causa. E é vendo o tempo como sendo a causa, que proponho a existência física do
mesmo, e lhe crio uma dimensão própria, que denomino de quinta dimensão e esta
quinta dimensão que proporciona as respectivas deformações no plano
quadridimensional criando toda a impressão que justifica a visão atual de que o
tempo seria a quarta dimensão, pois a quinta dimensão interage sobre a quarta
deformando a mesma.
Obs.: o quantum pentadimensional possui
a forma cúbica, pois se ele fosse uma bola, o mesmo não produziria atrito
diferenciado ao passar pelos planos quadridimensionais.
O plano quadridimensional (embora globular) é elástico e percebe de todas as
formas o movimento que a partícula cúbica (quantum) possui, pois descrever os
vetores pentadimensionais a nível de movimento que os tais fazem em torno de seu
eixo, chega as raias do semi impossível, visto que ele retrata para o exterior
(plano quadridimensional) todo o movimento que a suposta partícula estaria
fazendo em seu interior e definir este movimento existente no interior do vetor
pentadimensional se faz mais fácil relatar que o mesmo emite
vibrações/freqüências para cada plano quadridimensional e tais repercutem no
plano quadridimensional. Não obstante, essas vibrações podem ser descritas pelo
movimento do cubo. Isto posto, deixemos de lado a quinta dimensão e nos
preocupemos apenas com a quarta, pois creio que o amigo leitor já percebeu que
os planos quadridimensionais na minha concepção seriam como pedaços da cena de
um filme, contendo todas as características daquele momento do filme e é devido
a isso que seria possível regredir no tempo, pois bastaria retornar a fita. Mas,
nós estamos dentro do filme, então como fabricar esse retorno?
Primeiramente, pentadimensionalmente falando, até esse ato já está descrito nos
vetores, pois os vetores já fizeram a curva em direção ao passado e voltando ao
futuro, sendo tubos em circunferência, elípse e etc (apesar de nós ainda não
termos chegado a esse futuro “plano quadridimensional do futuro”... E este
futuro e todo formato dos vetores, podem ser visualizados na sétima dimensão,
pois é isto que somos quando vistos de lá, apenas vetores cruzando as bolas (que
são os planos quadridimensionais).
Para trazer as questões para o nosso entendimento, é necessário que nos
localizemos dentro do universo que descrevo, caso contrário o trabalho
apresentado ficará incompreensível.
Nós somos produtos de união de partículas, portanto somos matérias estáticas nos
planos quadridimensionais, onde uma infinidade de nossos corpos existem na
infinidade de planos quadridimensionais, logo em cada momento do tempo (plano
quadridimensional) existe um corpo e a passagem seqüencial sobre os planos
quadridimensionais ter-se-á a impressão que corpo se movimenta e que o tempo
passa. Isto posto, nós somos como o fluído “energia-quantum” que trafega no
interior do vetor pentadimensional.
Este quantum pentadimensional, possui a suposta velocidade da luz, se este
quantum trafegasse em linha reta sem sofrer nenhum atrito. Entretanto este
quantum executaria vários movimentos no interior do vetor pentadimensional, e o
próprio vetor por vezes se faz curvo e varia em sua grossura e isto tende a
modificar a velocidade do quantum, fazendo a impressão da velocidade reduzir.
Isto visto à nível de partícula poderíamos dizer que quanto maior os tipos de
giro que a suposta partícula cúbica “quantum” executa, menor será a sua
velocidade pentadimensional, pois a velocidade inicial foi substituída por outro
tipo de movimento (do retilínio para o curvilínio e etc.); claro que essa
variação se faz perceptível ao plano quadridimensional (...) que trataremos
posteriormente.
Sendo nós a junção de partículas, possuímos a velocidade pentadimensional
proporcional as velocidades pentadimensionais que nossas partículas/átomos/móleculas
causaram na velocidade dos quantum pentadimencionais. Enfim, nós, a vida, somos
o quantum pentadimensional que trafega no interior dos vetores.
O M.I.C. E SEUS EFEITOS:
MIC (MOVIMENTO INTRA CORPORAL):
Como já relatei, o (quantum) cubo em movimento deforma o plano quadridimensional,
quando o movimento se faz paralelo ao plano, o campo resultante disto, é o campo
magnético também conhecido como spin.
Quanto o movimento do cubo se faz transversal ao plano “na direção do movimento
(para frente)” o campo resultante disto é o gravitacional; e quando a direção do
movimento é para trás, o campo será anti-gravitacional e será um anti cubo “antipartícula”.
Quando o cubo possui um movimento (giro) numa inclinação de 45º ao plano
quadridimensional, convenciono que tal cubo emitirá uma carga elétrica positiva
e quando esta inclinação é contrária, sua carga será negativa.
Obviamente o cubo executa vários giros simultaneamente e isto causa a sua
diversidade.
Sexta
Dimensão:
Hão vários planos quadridimensionais, e todos têm a forma de bola elástica, uma
dentro da outra, onde logicamente a dimensionada ao lado externo é maior que
aquela localizada próximo ao raio do conjunto de planos “bolas”
quadridimensionais.
Entretanto, o diâmetro do vetor pentadimensional e o respectivo quantum não
diminuem de tamanho "diâmetro" e porisso, apesar dos planos quadridimensionais
diminuírem à medida em que se aproximam do centro da grande bola, o espaço
destinado a passagem do quantum que atravessa o plano quadridimensional,
continua o mesmo. Isto posto, conclui-se que à medida que nos aproximamos
do centro da grnde Bola, o universo diminui. Assim sendo, a primeira bola
seria o Big Bang. Desta forma, se nos aproximarmos do centro, estamos nos
dirigindo ao passado. Ou seja, quanto mais próximo do centro da quinta
dimensão, mais no passado nos encontraremos.
O
primeiro
plano quadridimensional que se encontra
próximo ao raio das bolas, sua dimensão não
será zero. Ele será
caracterizado pelo encontro dde todos os vetores pentadimensionais, e aí, a
quarta e quinta dimensão serão uma só e o espaço estará unido ao tempo e esta
situação criará o Universo Paralelo, a sexta dimensão.
Direção do Quantum:
O quantum não deverá existir na
superfície da sexta dimensão, pois a mesma funcionará como uma barreira e assim,
o quantum bate nessa barreira e volta para cima, estando ele no interior do
vetor. Isto posto, o vetor terá a forma de V, para que o quantum ao bater
na superfície da sexta dimensão, volta para cima novamente e este mesmo quantum
"corrente de quantuns" se dirigirá para o alto tendendo à sair da quinta da
dimensão, porém, não creio que esse vetor sairia da quinta dimensão em direção à
sétima. Acredito que à medida que o vetor se aproxime da última bola
externa, este vetor se curve e volte para baixo novamente.
MOVIMENTO DO CUBO:
Já superficialmente expus, que a carga elétrica resulta do giro inclinado do
cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo magnético resulta do giro
paralelo do cubo em relação ao plano quadridimensional. O campo gravitacional,
resulta do giro transversal do cubo em relação ao plano quadridimensional.
Imaginemos uma partícula em seu trajeto pentadimensional, possuindo massa, carga
elétrica e campo magnético. Se seu trajeto se faz totalmente transversal ao
plano quadridimensional, esta partícula terá uma massa muito insignificante,
pois o plano quadridimensional seria composto de vetores quadridimensionais, que
seriam como linhas paralelas distantes entre si à largura do cubo e outras
linhas transversais distantes entre si na largura do cubo; formando assim uma
grande teia quadricular que envolveria toda bola quadridimensional.
O cubo estando em repouso quadridimensional, ele passaria sob os planos
quadridimensionais sem provocar deformação no mesmo, pois não tocaria as linhas
quadridimensionais. Todavia, para que isto ocorresse, seria necessário que esta
partícula não possuísse carga elétrica, nem massa e nem campo magnético, pois
qualquer um desses giros deformaria o plano.
Preocupemo-nos exclusivamente com o campo gravitacional da partícula.
Já vimos que o campo gravitacional é o momento em que o suposto cubo gira no
interior do vetor pentadimensional no sentido para frente, como se no interior
do vetor uma de suas paredes não promovesse nenhum atrito ao suposto cubo e na
parede oposta, este atrito se faz sentido provocando o movimento do suposto cubo
numa dada direção no interior do vetor pentadimensional. Verificasse assim, que
o suposto cubo possui uma folga no interior do vetor pentadimensional, e intuo
que esta folga seja da largura da linha quadridimensional.
Se o atrito e ausência do mesmo que caracteriza a direção do suposto cubo no
interior do vetor pentadimensional, e, o giro do suposto cubo no interior do
vetor, de um lado é para frente e do outro é para trás, logo o que faz o suposto
cubo seguir para frente ou para trás passando pelos planos quadridimensionais,
haveria de ser a inclinação do vetor pentadimensional, pois o quantum
pentadimensional, ou seja, o suposto cubo estando totalmente transversal ao
plano quadridimensional, ele “cairia em queda livre” sem tocar os lado internos
do vetor pentadimensional, mas se houver inclinação, o suposto cubo (quantum
pentadimensional) tocará um dos lados e correrá para frente, mas se a inclinação
for contrária, o suposto cubo, correrá para trás. Enfim, para um lado irá ao
futuro e no outro lado irá ao passado, um, sendo matéria e o outro anti-matéria.
Pois bem, tudo dependerá do tipo de inclinação que o vetor pentadimensional
possui em relação ao plano quadridimensional, e a direção do giro do suposto
cubo.
DEFORMANDO O PLANO QUADRIDIMENSIONAL:
Pelo exposto até o momento, creio que passei a idéia de que o plano
quadridimensional é composto de linhas elásticas (vetores quadridimensionais),
que se cruzam, criando um vácuo quadricular no tamanho do quantum
pentadimensional que possui a forma cúbica. Sendo assim, um plano
quadridimensional é como se fosse composto de vários vácuos quadrados.
Como já disse, hão vários planos quadridimensionais, onde cada representa um
momento no tempo, e esses planos quadridimensionais são separados entre si na
distância de um quantum pentadimensional.
Sabemos que, quando uma massa afunda um plano quadridimensional o tempo nessa
massa passa mais vagarosamente. Qual seria pentadimensionalmente, a causa desse
fenômeno?
Quando um quantum pentadimensional provoca deformação “massa” no plano
quadridimensional, significa que parte de sua velocidade pentadimensional foi
reduzida, por ter transformado parte dessa velocidade em giro, e assim, o
quantum pentadimensional leva mais tempo para atingir o futuro que os demais
quantum pentadimensional, por conseqüência, estando o tempo deste quantum
pentadimensional em giro passando mais lentamente, automaticamente, tudo que o
mesmo observar a sua volta estará igualmente lento e assim ele verificaria que a
velocidade do outro quantum pentadimensional é a mesma em relação à ele, antes
dele entrar em giro, ou deformar o plano quadridimensional.
Isto posto, verificamos que nada mudamos na essência da Teoria da Relatividade
O Movimento Intra Corporal (MIC) é a existência tridimensional, pois tudo que
vemos e sentimos encontra-se em MIC e aquilo que não estiver em MIC, não será
sentido pois não estará de nenhuma forma deformando o plano quadridimensional e
nem o vetor pentadimensional; pois encontrar-se-á em queda livre sem atrito no
interior do vetor pentadimensional, passando pelos planos quadridimensionais sem
tocar em suas linhas quadridimensionais.
Apesar de ter exposto que os vetores pentadimensionais são estáticos e existem
desde sempre com suas respectivas curvas e formas e que a matéria derivada dele
é apenas uma impressão deixada no plano quadridimensional, ter dado a impressão
que somos apenas personagens sem autoridade de manipular esses vetores. Porém,
tudo que pensamos em fazer já está escrito nos vetores, porquê nós agimos
conforme está determinado, pois agimos com a lógica que rege nosso
comportamento, pois somos previsíveis para aquEle que criou todos os vetores.
Ainda que pensemos estar mudando nosso futuro, estaremos agindo conforme a
lógica de nosso comportamento. Seria destino? Onde está o Livre Arbítrio?
Quando Deus criou o todo, Ele o fez perfeito ou simplesmente o Todo já estava
lá, é como se a Perfeição não precisasse ser criada, pelo simples fato de ser
perfeita. Ela simplesmente existe e nós somos uma parte dessa perfeição e nossos
atos são igualmente perfeitos por estar harmônicos ao restante de toda
perfeição. Simplesmente poético e só...
Pois bem, quando formos manipular o MIC, o manipularemos, pois assim está
escrito, e desempenharemos o nosso papel.
Como o manipularíamos?
Primeiramente temos que entender a posição de um corpo no universo, ou seja, o
que vem a ser para baixo, para cima, para um lado ou para o outro lado em
relação ao universo. Melhor explicando: se um corpo está assentado sobre um
plano quadridimensional, qual seria a sua parte de baixo?
A parte de
baixo é aquela que afunda o plano quadridimensional, e quanto mais o afundam,
mais próximo do passado estamos.
Porém, em
nossa visão comum,
todas as partes são a parte de baixo assim como todas as partes são a parte de
cima, o mesmo para os lados, pois não é possível determinarmos uma posição quadridimensional, pois está aquém de nosso entendimento, mas tentemos situar um
corpo no plano quadridimensional.
COMO PODEMOS MODIFICAR O MIC DE UM CORPO?
Já sabemos o que é uma carga elétrica, o que é uma anti-partícula, o que é o
spin, o que é a massa, o que é a velocidade e o que é a direção, só não sabemos
como podemos manipular o MIC, pois quando soubermos, teremos a anti-gravidade e
total domínio sobre o tempo, e etc.
Para modificarmos o MIC de um corpo, penso que deveríamos bombardeá-lo com
movimento. Movimento é energia, é quantum pentadimensional. Isto não significa
que bombardearíamos o corpo, e sim, daríamos movimento a ele sem que de fato o
mesmo se movesse da forma como conhecemos, pois conhecemos o movimento como
conseqüência de uma força aplicada numa dada direção, mas na verdade essa força
alterou o MIC e por isso o corpo se moveu. Logo, se manipularmos o MIC, não
precisaremos da força que deu a direção do movimento.
Sabemos que toda existência resulta do efeito que o vetor pentadimensional causa
na linha quadridimensional;
O que proporciona a sensação de existência de um outro corpo no plano
pluridimensional, é a forma com que a linha quadridimensional atinge o outro
corpo. Enfim, essa seria a definição de onda, campo e etc... Ou seja, os efeitos
gravitacionais que uma massa causa noutra massa distante entre si, deriva da
variação da linha quadridimensional.
A conclusão resultante desta análise é que todo movimento existente no quantum
pentadimensional no interior do vetor pentadimensional é transmitido à linha
quadridimensional e esta repassa a informação para o restante do plano
pluridimensional, interagindo assim no plano quadridimensional e nos outros
vetores pentadimensionais.
Se o quantum pentadimensional executa um movimento que gere massa e spin, o spin
fará com que a linha quadridimensional assuma forma espiral em torno deste
quantum e a massa deste quantum fará com que o vetor quadridimensional afunde o
plano quadridimensional até o momento em que o quantum consiga vazar no plano
quadridimensional, passando para o seguinte.
Notificasse desta forma que as linhas quadridimensionais em forma espiral tente
a transmitir esse comportamento para o vetor pentadimensional, fazendo com que
ele se contamine com esse tipo de movimento.
Posso concluir que o campo de um corpo pode interagir completamente sobre o
outro.
Desta forma, podemos acionar o MIC de um corpo no objetivo de influenciar o MIC
de um outro corpo, ou seja, ao colocarmos um corpo à girar em torno de outro
corpo, estaremos naturalmente acionando o MIC do corpo que faz a circunferência,
e nada de extraordinário ocorreria com o corpo que trafega em circunferência,
porém, este emitirá o respectivo campo resultante de seu movimento e este campo
interagirá no MIC do corpo localizado ao centro, e terá seu MIC alterado
relativo a modificação do MIC do corpo que trafega a sua volta. E isto poderia
proporcionar variação na massa do corpo central, ou velocidade, ou direção de
movimento do corpo central, dependendo do tipo de trajeto em circunferência que
é feito.
Será que poderíamos envolver um corpo com 4 tubos em forma de argolas dispostas
uma dentro da outra em posições estratégicas, e no interior destas se
comunicando colocássemos uma enorme (corrente elétrica, campo magnético ou ?). O
que poderia ocorrer com o corpo locado ao centro do experimento?
A intenção desta questão seria modificar o MIC do corpo central, fazendo o mesmo
perder ou ganhar massa, adquirir velocidade e direção, através do mero
posicionamento das argolas.
O corpo central, nada mais seria que o motor de uma hipotética nave, onde ao
ganhar massa negativa a nave se elevaria e sua velocidade e direção seria
igualmente manipulada nas argolas, que levaria toda nave.
O ÁTOMO:
Existe algo semelhante à isso
na natureza, e este algo é o Átomo.
O núcleo
atômico gira acompanhado o movimento dos elétrons. E gira em total
harmonia e esta harmonia caracteriza todos os seus efeitos físicos, como massa,
velocidade e direção. Porém, se exercermos sobre o átomo uma pressão
eletro-magnética de forma à alterar a órbita dos elétrons, faremos com que o
núcleo atômico perca a direção de um determinado giro e por consequência
aumentará o giro noutra direção e isto gerará um enorme impulso ao átomo de
forma à direcioná-lo à uma direção específica, seja, para cima, ou para baixo,
para um lado ou para o outro.
Moral da
História, isto é o motor de um ovni.
O MOTOR
(superficialmente expondo):
1)- O
NÚCLEO: seria composto de um globo, e no interior do mesmo em um de seus
hemisférios, haveria um peso de forma que tal fosse atraído gravitacionalmente
de forma à impedir que este primeiro globo gire. Porém, esse peso poderia
ter estrutura magnética de forma à não precisarmos usar a gravidade.
Este Globo
ficaria no interior de um globo maior e entre os globos haveriam vários globos
menores de forma que o primeiro globo ficasse parado independente do giro que o
globo externo executasse. O núcleo está pronto e nele estará algo que
receberá os elétrons das Argolas...
2)- AS ARGOLAS: seriam
quatro argolas cuja
função seriam as direções (alto-baixo), (frente-trás), (direita-esquerda) e
(passado-futuro ou carga elétrica positivo e negativo).
As Quatro
Argolas estariam uma conectada a outra por motores que as fariam girar, sendo
uma dentro da outra de forma transversal. Cada uma dessas argolas teriam
seu movimento controlado externamente. No interior da mesma fluiria a carga
negativa que ao chegar no núcleo, o MIC desta corrente elétrica estará alterado
e transmitirá o seu efeito ao núcleo.
Obs.: a
direção passado e futuro não seria dominada dessa forma, o máximo que se
conseguiria seria acelerar ou atrasar o relógio que estivesse conectado ao
conjunto.
Continua...